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Primeiros passos para abrir o próprio negócio

Primeiros passos para abrir o próprio negócio

Muita gente tem o sonho de constituir seu negócio, de empreender e ser autossuficiente. Mas por onde começar? Algumas informações são essenciais para quem não tem nenhuma experiência prévia em gestão e serão um guia inicial nesta trajetória, mas é importante sempre se aprofundar para garantir resultados melhores. Nesse artigo abordaremos alguns aspectos úteis para quem está pensando em abrir sua própria empresa.

Podemos começar pensando em dois pontos de partida na abertura de uma empresa. O primeiro é o plano de negócios, o instrumento utilizado para traçar um retrato do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor alinhando-os e propondo direcionamentos. O segundo ponto é a própria formalização do negócio, que envolve uma série de processos burocráticos e decisões estruturais.

Apesar possa parecer que tudo isso é “perda de tempo”, saiba que o planejamento inicial do negócio ajuda a evitar sérios riscos de organização, serve de base estratégica para o crescimento da empresa, facilita a comunicação com públicos de interesse e favorece até a captação de recursos financeiros e humanos.

 

Plano de Negócios

plano de negócios
Plano de negócios estilo Canvas. Foto: Reprodução/Pinterest

Em primeiro lugar, quando estiver no momento de organizar o plano de negócios, será preciso definir de forma precisa qual solução será oferecida aos futuros clientes e quem serão eles. Definir o público-alvo do negócio é saber com quem a empresa deve se comunicar e quais são as melhores formas de fazer isso. Algumas perguntas úteis para fazer a si mesmo são:

– Quem são meus clientes? Quais são suas dores?

– Como essas dores os afetam?

Plano de negócios no estilo Canvas

– Minha solução realmente consegue sanar essa dor?

Em seguida, busque pesquisar o mercado e identificar seus concorrentes, além da viabilidade do seu produto ou serviço. Pesquise por possíveis fornecedores e seus custos para ter uma ideia da quantidade de vendas necessárias para atingir o ponto de equilíbrio do seu plano financeiro.

Ao definir o produto ou serviço pesquise se ele realmente é viável e capaz de gerar valor na percepção do público. Se necessário, desenvolva-o para que ele se adeque da melhor forma possível às necessidades dos potenciais clientes.

 

Formalização do Negócio

Pensando no ambiente burocrático e complexo do país, se dedique para que essa etapa não precise ser refeita analisando cuidadosamente cada decisão. É nela que o projeto adquire viabilidade econômica, bases tributárias e segurança jurídica para funcionar no dia-a-dia. Confira alguns tópicos e dicas:

 

  1. Razão social e marca

A empresa pode ter uma razão social e uma marca diferentes, não precisam ser necessariamente iguais. É importante contar com a ajuda de profissionais de marketing para análise da marca e identidade visual, além da pesquisa de marcas para saber se já existem marcas iguais ou parecidas registradas por outras empresas.

 

  1. Tipo jurídico

Diversos são os tipos jurídicos: MEI (Micro Empresário Individual), Empresário Individual, EIRELI (Empresário Individual de Responsabilidade Limitada), Sociedade Limitada, entre outras. Uma novidade para os empresários individuais é a Sociedade Limitada Unipessoal, que aproxima os benefícios do tipo EIRELI sem a necessidade de ter um capital social muito alto.

 

  1. Enquadramento das atividades

A Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) é utilizada para determinar quais atividades são exercidas por uma empresa. Obrigatória a todas as pessoas jurídicas, inclusive autônomos e organizações sem fins lucrativos, a CNAE é necessária para obtenção do CNPJ e o pagamento adequado de impostos.

 

  1. Regime tributário

A grande maioria das empresas faz opção direta pelo Simples Nacional. Apesar de trazer alguns benefícios para quem está começando, esse regime nem sempre é o melhor. Dependendo do valor mensal do faturamento, o Simples Nacional pode acarretar alíquotas muito altas (de 15% ou mais). Portanto, é importante fazer uma simulação alinhada ao planejamento estratégico da empresa para definir qual tributação mais se encaixa aos objetivos do negócio.

 

  1. Aprovação dos órgãos reguladores

Anteriormente, era possível abrir a empresa e depois se preocupar com a regulamentação necessária. Hoje, os órgãos trabalham de forma integrada e dependem de aprovações prévias para dar continuidade aos processos, além de fiscalizarem com mais frequência. Para evitar problemas, faça consultas em órgãos responsáveis (Prefeitura, Cetesb, Corpo de Bombeiros, etc) antes de fazer locações prediais ou comprar insumos.

 

  1. Gestão Burocrática Administrativa

Chamamos a Gestão Burocrática Administrativa de Back Office. Ao abrir sua empresa, independente do seu ramo de atividade, ela precisará ter uma área administrativa que lida com finanças, custos, compras, colaboradores, além de ter que adquirir certificados digitais, software e parametrizar tudo isso.

Esse trabalho sobrecarrega os empresários e acabam tirando o foco do negócio, que é a satisfação do cliente. Hoje, é possível terceirizar essas áreas com auxílio de equipes especializadas, seja para obter orientação profissional, seja para realizar um acompanhamento contínuo dos processos de gestão.

 

Por isso, conte com a Integrale para ajudar no seu Back Office e alcance toda a segurança e otimização de processos e dados gerenciais que sua empresa precisa. Entre em contato conosco e agende um diagnóstico gratuito para identificar as necessidades do negócio no momento presente.

 

Integrale

Somos um centro de apoio ao empreendedor localizado em Jaú (SP). Nossa missão é implementar as melhores práticas de gestão nas áreas tributária, financeira e contábil para otimizar os resultados da empresa. Oferecemos serviços de consultoria, auditoria tributária, terceirização contábil e financeira, tax e indicadores gerenciais.

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