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Investidor anjo – O que é e como se tornar um

Investidor anjo – O que é e como se tornar um

Todos nós sabemos que a tecnologia vem, exponencialmente, facilitando as nossas tarefas do dia a dia, seja na empresa, seja na vida pessoal. E os “culpados” por este avanço têm nome: as startups. Em outro post, aprofundamos no novo conceito que estas empresas estão trazendo ao mercado brasileiro. Em resumo, as startups são empresas que desenvolvem produtos e serviços 100% baseados em tecnologia e, por isso, o crescimento destas empresas não é mais linear, mas sim exponencial, visto a quantidade de clientes/usuários que elas podem atingir. Certo. Mas, qual é a relação entre startups e investidor anjo? Toda.

 

Mercado de negócios

Como todos estamos cansados de saber, uma ideia, por mais revolucionária, tecnológica e disruptiva que possa ser, será apenas mais uma ideia, se não houver investimentos que a façam sair do papel.

Investir em startups tem sido uma oportunidade de volumosos retornos para aqueles que buscam novas opções no mercado. E, estes investidores também têm nome: Anjos ou Investidores Anjos.

Em geral, são empresários, empreendedores ou executivos que já trilharam uma carreira de sucesso e acumularam recursos suficientes para investir nestas empresas da nova economia. Porém, os Investidores Anjos vão além da aplicação financeira. Visto suas vastas experiências como empresários, atuam como mentores ou conselheiros destas startups.

Importante entender que o investimento anjo não é uma atividade filantrópica, mas sim um investimento em um negócio com alto potencial de retorno.

Mas como se tornar um Investidor Anjo?

Para ser um Investidor Anjo não é necessário ser detentor de grandes fortunas. Os investimentos podem começar a partir de R$ 10 ou R$ 20 mil, se for feito em conjunto com outros empresários. Alguns nomes que se destacam neste nicho hoje no Brasil são: João Kepler, Marco Poli, Benício Filho, Fábio Bueno Neto, entre outros.

Porém, mais do que dinheiro é necessária uma expertise na área, além de uma rede de contatos que possam fazer a startup investida crescer exponencialmente. Ter estas capacidades são ainda mais desafiadoras do que ter a quantia suficiente para investir. A opção, neste caso, será sempre a de contar com uma boa educação e buscar capacitação com profissionais que já estão por dentro do assunto.

Marcelo Lopes

Atuando na área de Consultoria de Gestão, é economista formado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e contemplado duas vezes em pesquisas pelo Programas de Iniciação Científica e Tecnológica da mesma, na área de análise financeira. Tem experiência como perito de operações de crédito bancário, além de cursos na área de Recuperação Judicial e Falência e avaliação de empresas (Valuation).

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